terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dicas para aproveitar o Carnaval sem prejudicar o orçamento

Amigos,
Estamos às vésperas do Carnaval, e podemos aproveitar o feriado para descansar ou curtir, sem necessariamente criarmos novas dívidas para o futuro. Pensando nisso, recomendo a leitura deste artigo publicado pelo site InfoMoney, nesta última 2a feira, dia 13 de fevereiro, que aborda exatamente esse assunto, e dá 10 dicas de como aproveitar o Carnaval sem prejudicar o orçamento. Ótima leitura a todos!
Abraços!


Carnaval: confira dicas para aproveitar o feriado sem prejudicar o orçamento
Segunda-feira 13/2/2012, às 11:01
 
SÃO PAULO – Boa parte dos problemas financeiros pessoais está ligada à má gestão do orçamento em momentos de festividades, como o Carnaval. Assim, para aproveitar essa data e evitar uma "ressaca" no seu bolso, vale a pena observar algumas dicas.

A recomendação dos especialistas gira em torno de duas atitudes fundamentais: planejamento e organização. Comprar por impulso e não observar seu orçamento mensal possivelmente vão comprometer sua vida financeira. “É muito comum, nessa época do ano, as pessoas fazerem dívidas que não conseguem liquidar e que comprometem o crédito por um bom tempo. Por isso, é fundamental o planejamento financeiro para conseguir se divertir, sem prejudicar o seu orçamento mensal”, explica a diretora de recuperação da TeleCheque, Dirlene Martins.

Durante o Carnaval, portanto, apesar de ser um momento de descanso e lazer, não se deve descuidar da gestão dos gastos. Caso contrário, quando você retornar da viagem, terá muitos problemas para lidar. “Utilize o crédito de forma consciente, antecipe sonhos e evite pesadelos. Tudo é uma questão de planejamento e organização”, recomenda Dirlene.

Pensando nisso, o educador financeiro Reinaldo Domingos elaborou uma lista de dicas para retornar do Carnaval com as finanças em ordem. Confira:

1. Dentro do orçamento - escolha um local de acordo com suas reais condições financeiras; não adianta querer esbanjar em um evento fora de sua realidade e depois ter de arcar com dívidas;

2. Planejando as festas - leve para as noites apenas um limite de dinheiro contado, pois, no impulso, sempre se gasta mais do que pode;

3. Organizando eventos - organize eventos pré-bailes e festas em casas de amigos ou em sua própria casa, economizando assim no consumo de comes e bebes;

4. Cuidado com os excessos - se for beber, pegue um táxi ou deixe que um amigo que não beba dirija; evite os riscos e custos de multas e acidentes. A saúde deve ser a prioridade;

5. Esteja pronto para imprevistos - reserve sempre 20% a mais do que gastará para imprevistos. Esta reserva proporcionará mais tranquilidade, mas só deverá ser gasta em última necessidade;

6. Divida as despesas - se reúna com amigos e divida as despesas; o Carnaval é uma festa que é muito melhor e mais barata quando a compartilhamos;

7. Gaste menos - limitar as bebidas alcoólicas evita ressaca e gastos, pois este é o item com que as pessoais mais gastam e normalmente perdem o limite;

8. Dinheiro - evite levar para as festas grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor. No meio da folia você poderá perder os documentos ou mesmo ser furtado. O pouco que levar ponha em locais de confiança;

9. Use a criatividade - se estiver sem dinheiro e quiser se fantasiar, busque usar a imaginação, economizando neste item. Reciclar é uma ótima pedida;

10. Evite dívidas - evite fazer dívidas por causa de Carnaval; quatro dias de festa não podem se refletir em muitos meses de dívidas.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sete idéias da Campus Party que podem transformar a economia no futuro

Amigos, interessantíssima a reportagem publicada pelo site iG, sobre as tendências que estão modificando a forma como as empresas trabalham atualmente, bem como oportunidades para novos negócios!
Abraços a todos!


Evento discute tendências que estão mudando empresas, processos corporativos e administrações públicas
Pedro Carvalho, iG São Paulo - 09/02/2012 05:55

Numa época em que uma rede social pode valer US$ 100 bilhões, um evento como a Campus Party vai muito além de nerdices e barracas de acampamento. Atentos à chamada "nova economia", os organizadores da quinta edição da feira, que termina no domingo, incluíram na programação uma série de palestras e oficinas sobre temas como empreendedorismo digital e negócios inovadores. Veja, abaixo, sete ideias que circularam no evento e parecem apontar para o futuro da economia, ou pelo menos parte dele.

1) Empresas que usam "inovação aberta"
Nokia, Itaú, Telefonica, Submarino e outras empresas estão usando as mentes brilhantes dos jovens da Campus Party como uma espécie de "departamento de inovação" terceirizado. A ideia se chama open innovation, ou inovação aberta. Uma marca lança um desafio, do tipo "criar um aplicativo para organizar as finanças dos clientes do banco", ou "inventar uma plataforma para vender nossos produtos via celular". Os campuseiros, comunidade de 170 mil pessoas apenas no Brasil, mandam propostas e soluções. O autor da melhor leva um prêmio, normalmente um computador turbinado, ou algo com valor semelhante. "Além de ser mais barato para a empresa, elas conseguem encontrar ideias ‘fora da caixa’ [surpreendentes]", diz Tommaso Canonici, gerente de open innovation da Futura Networks, organizadora do evento. "Serve até para recrutar talentos", acredita.

2) Negócios sociais em favelas
Desde que as favelas cariocas começaram a ser pacificadas, vários tipos de negócios surgiram nas comunidades, como cursinhos noturnos (afinal, as pessoas podiam sair na rua à noite), serviço de mototáxi e venda de imóveis. O mesmo acontece em diversas periferias do Brasil, onde a diminuição da pobreza cria oportunidades de atividade econômica. A nova economia que reverbera na Campus Party se inclina também na direção dos chamados negócios sociais. Esses negócios já contam com plataformas virtuais para levantar fundos (como a Benfeitoria), escritórios de trabalho compartilhado para juntar empreendedores com uma causa (como o The Hub) e até fundos de "investimento de impacto", como o Vox Capital. "Durante anos, discutiu-se formas de levar avanço social para as regiões desfavorecidas. Para nós, a chegada da atividade econômica é a grande forma de promover esse avanço", disse Daniel Izzo, co-fundador do Vox, em palestra da Campus.

3) Mundo corporativo vai virar "game"
A gamificação invadiu o mundo corporativo. A técnica de misturar elementos dos jogos – como dar recompensas em medalhinhas e estrelas, ou fazer os usuários passarem de fases – a assuntos "sérios" é usada para aumentar a produtividade de departamentos, estimular funcionários de call center e até incentivar pessoas a preencherem pesquisas de marketing.

4) Empresas sem horários e pressão
O Google deu o exemplo, criando a "regra dos 20%": todos os empregados poderiam usar 20% do horário de expediente para trabalhar em projetos pessoais. Nesse tempo livre, um funcionário acabou inventando o revolucionário Google Earth. Mas não daria certo para uma companhia tradicional, não é? Bem, a rede de varejo Best Buy criou o ROWE ("results-only work enviroment", ou "ambiente de trabalho onde só importa o resultado"). Quer trabalhar em casa ou no parque? Não importa, desde que traga resultado. A ideia começou como projeto piloto num departamento, cresceu e já impacta positivamente a rede. "As ideias clássicas sobre gerenciamento não ajudam os negócios da nova economia, porque ela depende de pessoas criativas, que não se sentem motivadas por medo ou pressão”, diz Irene Tinagli, especialista em inovação da ONU e apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das 200 pessoas abaixo dos 40 anos com capacidade de mudar o mundo. Para ela, vale o lema "hire hard, manage soft": "seja muito seletivo na contratação, mas, uma vez que você seleciona, dê ao funcionário liberdade e autonomia", disse ao iG a palestrante da Campus.

5) Vaquinha virtual
A ideia do crowdfunding não é nova, mas ganhou destaque na Campus Party deste ano – talvez porque, enquanto algumas ideias que parecem brilhantes morrem, o financiamento coletivo virou uma realidade e já viabilizou um monte de projetos no Brasil. Funciona assim: alguém pede dinheiro (pouco dinheiro) para tirar um negócio do papel, oferecendo recompensas (também modestas) aos doadores. Se conseguirem levantar a quantia pedida no prazo estipulado, ótimo; se não, devolvem tudo, assim quem participou tem certeza de que só vai doar se o projeto acontecer. Um dos convidados da palestra sobre o tema foi Pedro Markun, responsável pelo “ônibus hacker”, iniciativa que usou um site de financiamento coletivo para arrecadar R$ 40 mil em 50 dias – no fim, eles conseguiram R$ 58 mil. “A ideia do crowdfunding é gênial, você gasta dez reais e passa a ser parte de um projeto que acha importante. É viciante, estou gastando uma grana nisso”, diz Markun. (Outras ideias que já circulam há algum tempo e foram destaque na Campus são o coworking e o crowdsourcing).

6) Novas ideias? Recicle as antigas
"Os novos empreendedores ficam procurando a grande ideia, algo que vai transformá-los no próximo Bill Gates ou Mark Zuckerberg. Não vai acontecer", afirma Irene Tinagli, da ONU. A tecnologia fez surgir tanta coisa nos últimos anos – sites, sistemas de busca, redes sociais, aplicativos – que muitas ainda não se encaixaram para virar um negócio. Agora, a inovação não precisa ser algo completamente novo, pode ser uma recombinação de ideias velhas, acredita a especialista. "É mentira que uma ideia criativa deve ser radical, mudar o mundo, ser original e extravagante, ou mesmo divertida. O que a inovação precisa ser é útil, algo que resolva um problema real", diz.

7) Poder público e a wikicidadania
O exemplo de Porto Alegre foi mencionado em várias palestras da Campus. Há cerca de oito meses, a prefeitura decidiu usar a inovação aberta (veja item 1) para resolver problemas em áreas como mobilidade urbana e saúde. Os desafios propostos tiveram centenas de ideias de solução, vindas do mundo todo. Uma delas vai criar uma moeda virtual para estimular a coleta seletiva de lixo, que dará desconto em imposto e passagens de ônibus. "Em junho, já devemos ter condições de implantá-la", diz Cezar Buzatto, secretário de governança da cidade. A capital gaúcha também pratica o orçamento participativo, que permite ao cidadão decidir para onde vai o investimento público. Além disso, criou o portoalegre.cc, uma plataforma onde as pessoas criam causas – como eliminar um foco de lixo, ou tapar um buraco de rua – e mobilizam empresas e vizinhos. "É uma experiência completamente inovadora, sem nenhum monitoramento, cada um pode colocar a causa que quiser ali", diz Buzatto. O Comitê Gestor da Internet apoia outra iniciativa pública de estímulo à nova economia: os "dados abertos". A ideia é que os governos abram seus bancos de dados para que empreendedores possam usá-los para criar softwares, aplicativos e outras coisas úteis.

 





terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Como economizar na compra do material escolar

Prezados amigos! Primeiramente, FELIZ 2012 PARA TODOS!

Neste 1o post do ano, destaco um resumo de uma reportagem muito interessante e pertinente feita pelo site iG Economia, sobre dicas para economizar na compra do material escolar dos filhos! Boa leitura para os papais e mamães!

Abraços a todos!

Vinte dicas para economizar na compra do material escolar

Especialistas mostram como transformar essa tarefa de início de ano em um gostoso - e não tão caro - programa familiar

Autores: Olívia Alonso, Carla Falcão e Bruna Bessi, iG São Paulo 09/01/2012

Comprar material escolar para os filhos não costuma ser um motivo de alegrias. Além de ser um sinal de que as férias estão acabando, o gasto muitas vezes pode gerar um rombo no orçamento familiar, sem contar o tempo necessário para pesquisar preços e ir até as lojas para fazer as compras.

Especialistas do Procon-SP e da DSOP Educação Financeira dão 20 dicas para economizar e transformar o compromisso escolar em um gostoso programa familiar.

1) Antes de sair às compras, faça uma caça aos materiais espalhados pela casa. Chame seus filhos para uma brincadeira, em casa mesmo, em que devem fazer uma caça a materiais que sobraram dos anos anteriores. Faça deste dia uma oportunidade de começar a inserir a educação financeira em sua casa. Para animar as crianças, personalize os materiais velhos para que sejam reutilizados de uma forma que agrade à criança.

2) Estabeleça prioridades financeiras que venham antes do material escolar. No mesmo dia, ou assim que possível, reúna toda a família e liste os sonhos que todos querem conquistar durante o ano. Juntos, vejam quanto custará realizar cada um deles e mostre para as crianças que a economia com o material escolar pode ajudar na busca pelos sonhos. O ideal é que o sonho seja a prioridade delas. Ainda que as duas dicas acima possam tomar um ou dois dias, um dos segredos da compra bem sucedida é ter tempo.

3) Ligue para outros pais e faça uma compra coletiva no atacado. Entre em contato com os pais de colegas se seus filhos. Se comprarem juntos, podem conseguir bons descontos. Há lojas que reduzem o valor total em 10% quando a soma passa de R$ 1 mil, por exemplo. Elejam um pai ou uma mãe com mais tempo livre – e que possa fazer isso com prazer – para ir à loja escolher os itens.

4) Peça emprestado. Procure pais de crianças mais velhas, que possam emprestar seus livros usados ao seu filho. Isso pode gerar uma economia brutal. Além disso, será uma oportunidade para você ensinar sua criança a cuidar do material do outro, no caso, o amiguinho. Muitas escolas fazem troca de materiais em boas condições entre pais com filhos em idade escolar diferente.

5) Procure livros em sebos. Responsáveis pelos altos valores das listas escolares, os livros podem também ser adquiridos em sebos, a preços mais baixos.

6) Negocie com a escola. Muitas vezes não é preciso comprar todos os itens da lista de uma só vez, já que diversos materiais serão usados ao longo do ano letivo. Caso exista essa possibilidade, verifique quais produtos deverão ser comprados primeiro. Os preços dos materiais escolares tendem a cair no período pós-volta às aulas, então vale a pena considerar essa possibilidade. tente comprar apenas 50% ou um terço do que está na lista neste 1o momento.

7) Avalie a possibilidade de comprar pela internet. O último passo antes de ir para as lojas é avaliar sua real situação financeira. Se a família tem reservas, o melhor é comprar à vista, na loja, para tentar um desconto extra conversando com o vendedor e com o gerente. Se o orçamento estiver apertado, o parcelamento sem juros é a opção mais apropriada. Neste caso, pode ser mais interessante comprar pela internet, já que há empresas que vendem livros e materiais com desconto em suas lojas virtuais. Além disso, comprando online é possível economizar tempo e com estacionamento e combustível.

8) Deixe seu filho em casa. O grande movimento das lojas pode não ser um lugar apropriado para crianças e sua presença geralmente acaba levando os pais a optarem por produtos mais caros e por vezes desnecessários.

9) Planeje em quais lojas você irá. Pesquise na internet onde há mais de um comércio e não vá em bairros de classes muito altas. Estabeleça pelo menos três lojas para ir e busque regiões com muitas delas. Onde tem concorrência, tem preço baixo. Veja também se é mais interessante ir de transporte público, tendo que carregar o material, de carro, com o custo do estacionamento, ou táxi.

10) Verifique se a loja aproveita seu material usado. Procure saber se a loja que você escolheu tem promoções para quem levar materiais velhos, mas que não foram usados.

=> Na hora das compras:

11) Compare os preços dos materiais. Faça uma pesquisa nos principais comércios (bairro e região), já que as variações podem ser bem expressivas entre uma loja e outra. Dentro da loja, tenha paciência para encontrar os itens que valem a pena. Os preços podem variar de 10% a 500%.

12) Crie um relacionamento com o vendedor. Assim que entrar na loja, procure um vendedor e saiba o nome dele. Se não tiver escrito no crachá, pergunte. Seja educado e amigável. Ao criar uma boa relação com quem está te atendendo, terá mais chance de encontrar os melhores produtos, com os melhores preços. Como os preços variam muito, peça ajuda para encontrar os itens com melhor relação custo-benefício.

13) Tenha em mente que marca não é tudo. Produtos de marcas desconhecidas podem ter boa qualidade e um preço mais acessível. Por isso, não compre os materiais levando em conta apenas a “grife”. Verifique a relação custo-benefício antes de tomar a decisão final.

14) Busque a melhor forma de pagamento. Descontos podem ser obtidos nos pagamentos à vista, então negocie. A opção de pagar com cartão de crédito pode ser usada para obter uma extensão do prazo.

15) Tome cuidado com as “falsas” promoções. Alguns estabelecimentos “mascaram” descontos e repassam o valor para outros produtos. Isso faz com que não haja benefício concreto no final.

16) Compre apenas o necessário. Escolas não podem pedir itens de uso coletivo em suas listas, como papel higiênico, sabonete, grampos e clipes. Também não é permitido que exijam a compra de marcas e modelos de material em estabelecimentos específicos aos pais.

17) Não peça desconto no caixa. Ali, você já está pagando, então o funcionário do caixa provavelmente não te dará desconto. Pechince antes, com o vendedor e com o gerente.

=> Após as compras:

18) Cuidado com o desperdício. Ao chegar em casa, mostre todo o material ao filho, mas entre os itens que ficam com ele, não dê tudo de uma só vez, caso você considere que ele não saberá administrar os materiais. Assim as chances de desperdício são menores.

19) Faça um estoque de materiais durante o ano. Os preços costumam cair após a volta às aulas. Se possível, aproveite a temporada de promoções e compre lápis, cadernos, borrachas e outros tipos de materiais que estão sempre na lista e guarde para o ano seguinte.

20) Poupe para comprar à vista no ano seguinte. Tente aplicar uma quantia na poupança, todos os meses, para as compras do ano seguinte. Assim, poderá conseguir descontos.